A flexibilização nas restrições relacionadas à pandemia de
Covid-19, previstas em decreto do governo do Estado publicado esta semana,
foram debatidas na sessão ordinária desta quinta-feira (25) porque os cultos
religiosos ficaram de fora. O deputado Bruno Souza (Novo) levantou a questão e
lamentou que “mais uma vez” as igrejas tenham sido esquecidas.
“Liberaram lotação completa para eventos, liberaram
máscaras. Igreja não é menos importante que outros eventos”, protestou. As
restrições, conforme o parlamentar, estão asfixiando as pequenas igrejas que
sofrem restrições de ocupação. As pessoas não podem ser privadas de sua
religião, na opinião do parlamentar. “Há pessoas que estão necessitando ir para
a missa, ir para o culto para alimentar a alma.”
Bruno Souza acrescentou que não se deve ter constrangimento
em defender a liberdade religiosa. “Burocratas que estão regendo o dia a dia
dos catarinenses relegaram a religião ao segundo plano. Eu não aguento mais e
não aceito mais esse tipo de restrição ao catarinense.”
O deputado Jair Miotto (PSC) acrescentou que “está se
falando pelo Brasil afora em liberar o carnaval, enquanto situações tão mais
importantes como a liberdade religiosa ficam em segundo plano”. O parlamentar
lembrou que um projeto de autoria dele foi aprovado e sancionado pelo
governador declarando as igrejas como atividade essencial. “Como podem as
igrejas ficar de fora em um momento de flexibilização?”
O deputado Sargento Lima (PL) acrescentou que as leis foram feitas para quem as cumpre, enquanto o deputado Kennedy Nunes (PTB) disse que o governo do Estado persegue a liberdade religiosa.
Santa Catarina
O deputado Ismael dos Santos (PSD) informou que o dia 25 de novembro é o dia de
Santa Catarina. Ele relatou que no ano de 315, em Alexandria, Catarina,
descendente da elite egípcia, foi decapitada por disseminar a fé cristã, aos 25
anos.
Sobre o tema da liberdade religiosa durante a pandemia,
Ismael acrescentou que a liberdade para frequentar os templos religiosos é
necessária porque “é no templo que ocorrem as liturgias da igreja”.
Repúdio
Ismael repudiou a atitude de um professor de artes de Salvador (BA), denunciado por pais e alunos, que teria obrigado os estudantes a se beijarem para ganhar ponto extra e até dinheiro. “Escola é lugar de estudar matemática, português, geografia, inglês”, disse Ismael. Ele classificou a atitude do professor como violação da integridade das crianças.
Kennedy Nunes disse que isso é pedofilia. Jair Miotto classificou a situação como violação do Estatuto da Criança e do Adolescente. Felipe Estevão defendeu que é preciso se posicionar com firmeza em defesa das crianças.
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